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Os verdadeiros melhores do mundo são de Londres

  • Foto do escritor: Alexandre Pereira
    Alexandre Pereira
  • 14 de jul. de 2025
  • 3 min de leitura

Atualizado: 6 de set. de 2025

No dia 13 de julho decorreu o tão aguardado embate entre Chelsea e PSG para definir o novo campeão do mundo. Apesar de ambos terem vencido as suas respetivas competições europeias - sendo o vencedor da Champions o favorito -considerado por muitos como a melhor equipa do mundo atualmente, mesmo antes da final. Mas, dentro de campo a realidade foi outra, já que os londrinos não deram hipótese aos adversários e ganharam com relativa facilidade por 3-0.


As grandes jogadas da primeira parte vieram todas do flanco direito do Chelsea, com um domínio total dos mesmos desde o apito inicial. A dupla de Malo Gusto e Cole Palmer estava imparável, até para Nuno Mendes. A entre ajuda entre e o lateral e o extremo dos ingleses dificultou muito o trabalho do lateral esquerdo dos parisienses, deixado à sua mercê por Khvicha Kvaratskhelia que não se mexia em campo.


Num momento em que o PSG começava a equilibrar o jogo, os blues decidiram meter um travão nos franceses através de Cole Palmer, aos 22min, que com a sua frieza habitual, após passe de Malo Gusto, coloca a bola no canto inferior esquerdo da baliza, consequência do erro de Nuno Mendes momentos antes.


O mesmo voltaria a marcar à meia hora de jogo. Um grande passe em profundidade de Levi Colwill encontrou o inglês que derivou para a zona central e esperou o momento certo para rematar e aumentar a vantagem dos londrinos.


A equipa comandada por Maresca ainda marcou mais um antes do final do primeito tempo. João Pedro, recém contratado e a realizar o seu terceiro jogo pelo clube, recebe um passe de Cole Palmer que o deixa cara a cara com Donnarumma. O ponta de lança não tremeu e “cavou” a bola por cima do italiano para fazer o 3-0.


Os segundos 45 minutos foram caracterizados por mais confrontos físicos e verbais e, como consequência, menos futebol “jogado”, o oposto do que se sucedeu na primeira parte.


Aos 52 minutos, Desiré Doué consegue fazer o cruzamento para Dembélé, com este último a rematar e a obrigar Robert Sánchez, com instintos felinos, a executar uma grande defesa.


A próxima grande oportunidade só veio um quarto de hora depois, protagonizada por Liam Delap que, acabado de entrar em campo, dispara fora da área ao ângulo superior direito, não resultando em golo devido à grande defesa do guardião italiano.


Faltando dez minutos para o fim do tempo regulamentar, Beraldo é ineficaz a cortar a bola que sobra para o avançado ex-Ipswich e, assim como na primeira tentativa, o dono da baliza francesa levou a melhor.


O único cartão vermelho da partida aconteceu aos 85 minutos quando, após recorrer ao VAR, o árbitro expulsa João Neves por conduta antidesportiva - mais concretamente um puxão de cabelos a Cucurella.


Ainda houve tempo para Gonçalo Ramos desperdiçar a melhor chance do encontro, com o português a precisar simplesmente de encostar, mas a não acertar bem na bola.


Dado por terminada a partida, originou-se um pequeno desacato entre alguns membros de ambas as equipas, com um aparente empurrão do técnico espanhol Luis Enrique a João Pedro.


Para complementar a conquista do Chelsea, foram atribuídos os prémios de MVP do torneio a Cole Palmer e melhor guarda-redes a Robert Sanchéz. Já para o lado dos franceses, Désire Doué foi eleito o melhor jogador jovem.


Foi desta forma que terminou a primeira edição do novo formato do Mundial de Clubes, com os ingleses a adicionar este título ao triunfo na Conference League e a evitar a época em pleno dos homens de Paris. Agora ambas as equipa vão ter umas férias merecidas antes de retornarem para a preparação da época 25/26.  


Autor: Diogo Costa Imagem: Sapo Desporto

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