A tempestade em Orlando trouxe chuva (d)e golos
- Alexandre Pereira
- 20 de jun. de 2025
- 3 min de leitura
Atualizado: 24 de jun. de 2025

Depois da tempestade, vem a bonança e isso verificou-se no jogo de hoje, dia 20 de junho, entre Benfica e Auckland City. Depois de duas horas parados no intervalo, as águias entraram com tudo e aplicaram chapa seis ao clube neozelandês (6-0).
O Benfica entrou – como esperado – com vontade de fazer golo desde cedo. O problema é que a equipa de Auckland, ao contrário do jogo contra o Bayern, tem estado mais atenta e mais compacta a defender.
O primeiro a tentar quebrar o nulo foi Kerem Aktürkoğlu depois de colocar um remate de primeira que rasou no poste. De seguida, foi o grego Pavlidis, que após uma boa receção na cara do guardião neozelandês, revelou pontaria a mais, acertando assim no poste.
As águias estavam cada vez mais perto de fazer o golo, mas ainda ninguém conseguiu estrear o marcador. Porém, a pouca capacidade de fazer combinações na zona interior e a boa organização da equipa neozelandesa têm sido os verdadeiros desafios do jogo para a equipa da Luz.
Aos 43 minutos, o norueguês, Frederik Aursnes, ainda balançou as redes de Nathan Garrow, mas o árbitro do Catar viu falta num lance entre Pavlidis e o guardião da equipa da Oceânia.
Pouco tempo depois, o Benfica finalmente pisou na terra da nuvem branca. Gianluca Prestianni furou a defesa do Auckland em direção à baliza, mas foi travado em falta por Haris Zeb. Di María assumiu e concretizou – dois golos em dois jogos para o veterano argentino.
Devido à tempestade sentida em Orlando, o jogo foi sendo adiado até chegar à marca das duas horas. Depois disso, o Benfica ativou o modo rolo compressor, aplicando uma derrota pesada nos reis da Oceânia.
O primeiro a ampliar a vantagem foi o suspeito do costume, Vangelis Pavlidis. O camisola 10 das águias conseguiu descobrir um buraco na defesa adversária que, e passando por dois jogadores, deu oportunidade ao grego para fazer o dois a zero.
De seguida – e após dois minutos da sua entrada – Renato Sanches fez o terceiro pelos vermelhos e brancos. Remate de longe que acabou por desviar no também recém acabado de entrar, Matthew Ellis, dando assim uma felicidade ao médio português.
Não contentes com o três a zero, o Benfica continuou a rematar e a pressionar o Auckland City até que – em apenas dois minutos – Leandro Barreiro fez o quarto e o quinto do Benfica. Estes surgiram de diferentes lados do campo. Primeiro, foi Pavlidis quem assistiu – do lado esquerdo – e depois foi Tiago Gouveia – do lado direito. A manita surgiu!
Por fim, quando tudo parecia resolvido, Di María cai na área adversária depois de um corte imprudente de Nikko Boxall e o árbitro catari foi chamado ao VAR. Depois de analisar o lance, Salman Falahi apontou para a marca dos 11 metros. Mais uma vez, Di María foi chamado para converter o penálti dando a machadada final no jogo. Este bateu, outra vez, para o lado contrário do guarda-redes, bisando assim na partida.
Fim de jogo em Orlando, Benfica vence o Auckland City por seis bolas a zero (6-0). Dado este resultado, o clube da Luz fica à espera do resultado do jogo de hoje entre Bayern e Boca Juniors para calcular as suas chances de passar aos oitavos de final da prova.
Autor: Alexandre Pereira
Imagem: Sapo Desporto
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